Todos os rostos, todos os beijos
Que me marcam os cabelos!
Não há mais
Expiração na minha pele,
Teus sonhos no meu travesseiro...
A chuva da sesta varreu nele
Cada hora, cada cheiro
Que se permeia na memória.
Ficam os rios lodosos, turvos, impuros
Dejetos da efêmera fertilidade.
Com fervor desejo a glória
De inundar dor e ciúme o orgulho,
Filho bastardo da tempestade.
Ou da saudade.
Um comentário:
um prelúdio de um futuro glorioso...
e único!
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