segunda-feira, 25 de agosto de 2008

São todos iguais...
Todos os rostos, todos os beijos
Que me marcam os cabelos!
Não há mais

Expiração na minha pele,
Teus sonhos no meu travesseiro...
A chuva da sesta varreu nele
Cada hora, cada cheiro

Que se permeia na memória.
Ficam os rios lodosos, turvos, impuros
Dejetos da efêmera fertilidade.

Com fervor desejo a glória
De inundar dor e ciúme o orgulho,
Filho bastardo da tempestade.


Ou da saudade.

Um comentário:

Unknown disse...

um prelúdio de um futuro glorioso...
e único!