Dá-me um minuto,
Uma meia certeza do que
Em êxtase exclamaste aqui!
Eu guardo isso no teu hálito,
Na tua caneta sem tinta
Que rejeitou meus versos...
A cada instante, disperso,
É como se previsse extinta
A nossa comunhão, nossa partilha
De momentos, que cedo ou tarde
Seria uma lembrança querida...
É esse maldito tempo que combate
A permanência do teu corpo na vida,
O teu resquício de alma que me valha.
terça-feira, 19 de agosto de 2008
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Um comentário:
Finalmente, um soneto de volta! hehehehe!
Quando vem um acróstico por aí?
Beijo, minha fada.
Rafa
Ps: Vinnil no sábado?
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