quarta-feira, 16 de julho de 2008

Eu vejo o teu nome nas placas das ruas,
Teu rosto nas lentes que te observam ávidas, como que espectadora passiva...
Não escuto há tanto os teus ruídos, teus humores!

Acompanho de longe teu crescimento e perco teus primeiros passos...

Pra quê contar as horas que faltam pra te esquecer,
Se isso só resgata a dor da ausência?

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