As horas que correm nos meus pulsos
Vermelhos, vivos, são as que estiveste
Sobre mim, em mim... o amor que possuo
Te chamou, te levou as vestes
E refletiu notas impressas de segredo:
A dor física da tua ausência,
A recordação da carícia brejeira dos teus dedos...
Todos os sorrisos que a lembrança vivencia
E protege num recanto seguro,
Consumindo-o com parcimônia
Para permear a sensação.
Da economia, no entanto, se envergonha
A sabedoria; quanto mais apuro
As notas com mais rapidez me deixarão.
sexta-feira, 6 de junho de 2008
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