quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Doeu mais saber que já me esqueceste
Do que o fim do relacionamento atual.
Eu vi, é claro, dor e vaidade e ego,
E minhas esperanças de uma noite de estrelas.
Vinho, não nas taças, mas nos poros.

No entanto, o que eu realmente agaurdava
era o eterno pertencimento - Eu, a ti;
Tu, a mim,
Por mais que avançasse a distância,
Que multiplicassem os amantes,
Que se dilatassem as diferenças.

Hoje sou linda e me sinto feia,
Débil e mal quista
Não por efêmera paixão que se encerrou,
Mas por um eterno amor que se extinguiu.

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