Me abandona aos poucos, sublima
a esperança de te ver na esquina
da rua, teu caminho de perdão
construído pelo desejo... não
Pela sábia e idosa consciência
De que a portas cerradas significo
obra... ao passo que és capítulo
Do isolamento carente, da inocência
Da maturidade prematura...
Como dói virar as páginas,
Dar fim ao que se quer deter!
Quanto mais lágrimas ávidas
De tinta e sangue o enredo captura
Mais versos fluem como éter.
(Planejo vinganças,
Reviravoltas no desfecho da minha história
Que me trariam o gosto do animal
Ferido no último ato!
Sabor de revanche.
Ou de derrota.)
quinta-feira, 29 de maio de 2008
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7 comentários:
UAUUUUUU!
UAUUUU!
UAU!!!!
Já tinha conhecimento desse teu lado poético, mas nunca tinha o visto na prática :)
Gostei \o/
Beijo, Naomi :*
fazes com as palavras o que a Naomi faz nas passarelas(haiseihua)
brincadeira sem graça, mas foi no que pensei no momento, parabéns.
Beijos.
Dada
As tuas poesias sempre foram lindas, mas agora elas amadureceram muito, to impressionada!
So tua Fãã!
bjuuss
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